“ (...) a associação sindical constituída pelos trabalhadores nele filiados, que exercem a sua actividade profissional exclusivamente correlacionada com o sector da aviação civil,
aeródromos, aeroportos e navegação aérea”. “ (...) exerce a sua actividade em todo o território nacional”.
dos Estatutos do SITAVA

SITAVA

Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos

 

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Não ao Retrocesso Social

Boletim Igualdade

Indústria em Portugal

Exigir trabalho com direitos!

 

Hoje, encontram-se em situação de desemprego, inactividade e desemprego cerca de 1.200.000 trabalhadores, sendo que, de acordo com os dados oficiais, estavam registados, no final do mês de Janeiro, 815 mil trabalhadores, 35,1% de jovens até aos 25 anos, sendo que mais de 40% destes trabalhadores caem em situação de desemprego por via da “não renovação” dos seus contratos de trabalho...

Mais de 470 mil jovens até aos 35 anos têm vínculos de trabalho precários, representando 59% dos trabalhadores nesta situação. A contratação de trabalhadores com vínculo precário para a ocupação de postos de trabalho permanentes, continua a ser a maior causa da instabilidade e a causa maior dos problemas que se relacionam com o desemprego, sobretudo entre os jovens... Interjovem

 

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Governo Lesa Gravemente a Segurança Social

 

A CGTP-IN, em circular emitida hoje, considera profundamente lesiva para a segurança social a utilização da transferência dos fundos de pensões da banca para fins diferentes do pagamento das pensões. Segundo informações publicadas na comunicação social, terá sido acordado entre o Governo e a troika a utilização de um total de 4,5 milhões de euros dos fundos de pensões dos bancários para a compra pelo Estado de créditos da banca a empresas do Sector Empresarial do Estado e a autarquias (3 milhões) e para pagar dívidas dos hospitais (1,5 milhões). Admite-se ainda que a verba restante (1,5 milhões) seja também canalizada para os bancos, para a sua recapitalização ou para aumentar o capital da Caixa Geral de Depósitos. A ser assim, todo o valor dos activos dos fundos de pensões ou regressa à banca (em 75% do valor total) ou serve para pagar dívidas do Estado – e não para suportar as responsabilidades assumidas pela segurança social pagando as pensões a 27 mil trabalhadores. Esta situação é perfeitamente escandalosa.

 

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Não ao Retrocesso Social!

 

O “acordo” celebrado pelas confederações patronais com a UGT constitui o maior atentado aos direitos dos trabalhadores e um retrocesso social sem precedentes nas relações de trabalho em Portugal. É óptimo para o grande patronato e inaceitável para os trabalhadores e as suas famílias porque acentua a exploração, as desigualdades e o empobrecimento.

É um compromisso que coloca o Estado e o dinheiro dos nossos impostos ao serviço dos grandes grupos económicos e financeiros e fragiliza a segurança social, ao forçá-la a financiar as empresas para baixar salários, generalizar a precariedade e, de seguida, enviar os trabalhadores para o desemprego.

Este é o “acordo” da capitulação que subverte o princípio constitucional de proibição de despedimento sem justa causa, abrindo a porta de par em par aos despedimentos por inadaptação, decorrentes da “quebra de produtividade ou de qualidade”, sempre associada a objectivos definidos e impostos pelo patronato aos trabalhadores. CGTP

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Intenção de Despedimento Colectivo na Academia de Évora

 
Trabalho Gratuito

 

O Conselho de Ministros anunciou a intenção de proceder ao aumento do horário de trabalho para as 42,5 horas semanais com a criação simultânea de uma bolsa de 10 horas mensais, com a qual pretendem obrigar os trabalhadores a trabalhar, gratuitamente, um sábado por mês. Esta é uma declaração de guerra aos trabalhadores que não ficará sem resposta. A nossa central sindical - CGTP-IN, afirmou ir desenvolver todas as acções de luta necessárias, desde logo a partir dos locais de trabalho, contra o aumento do horário de trabalho e o trabalho gratuito. Em baixo pode-se verificar que nos países com melhor situação económica os trabalhadores trabalham menos horas.

Horas semanais trabalhadas 2010

Para o nosso sector mais um factor de desestabilização a surgir, ao qual teremos de dar a resposta adequada.

 

 
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