“ (...) a associação sindical constituída pelos trabalhadores nele filiados, que exercem a sua actividade profissional exclusivamente correlacionada com o sector da aviação civil,
aeródromos, aeroportos e navegação aérea”. “ (...) exerce a sua actividade em todo o território nacional”.
dos Estatutos do SITAVA

SITAVA

Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos

 

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Não ao Retrocesso Social

Boletim Igualdade

Indústria em Portugal

A política do Governo empurra os trabalhadores para o desemprego

A taxa de desemprego atingiu os 15,4% em Junho, o que faz subir o número de desempregados para 844 mil, segundo os critérios oficiais, e para mais de um milhão e duzentos mil se se incluírem os inactivos disponíveis e o subemprego visível. Um em cada três jovens está desempregado.

O desemprego não só subiu quase três pontos percentuais face ao ano passado, como continua a aumentar em 2012, levando a que o nosso país seja o terceiro com mais desemprego na União Europeia.

Para ler o texto integral veja o documento.

 
Portway - Razões para a Greve

 

Os associados do SITAVA desde longa data (2011) vêm alertando e pressionando a Direcção do seu sindicato no sentido de não tolerarem mais o comportamento do Governo/Accionista ANA/CA Portway na postura do não cumprimento da decisão arbitral sobre o processo negocial de 2010 (repete-se 2010), tanto mais que resultou de tomada de posição VOLUNTÁRIA, o que desde logo pressupunha a aceitação da decisão, qualquer que fosse o resultado.

Para surpresa, após o resultado favorável aos Trabalhadores, veio o Governo/Accionista ANA/CA Portway recorrer da decisão, o que no mínimo refutamos de falta de ética; com argumentos de pouca consistência, veio-se argumentar com o OE 2011, saído após decisão arbitral e é perfeitamente aceite pelo “senso comum” não poder haver decisões retroactivas nesta matéria.

Para ler o texto integral veja o comunicado.

 

 
Aviso Prévio de Greve - NAV

O SITAVA apresenta o seguinte aviso prévio de greve:

- Na sequência de um já longo processo em que através de múltiplas iniciativas procurámos sensibilizar os diversos órgãos do Poder Político para as graves consequências que a aplicação cega das medidas preconizadas nos Orçamentos do Estado de 2011 e agora 2012 representam para a NAV Portugal, E.P.E. já que não consideraram a especificidade da sua área de negócio;

- Face à continuada ausência de respostas sobre a estratégia definida para a NAV Portugal, E.P.E. no contexto do seu enquadramento no Céu Único Europeu, bem como a concretização prática das acções tendentes à sua concretização particularmente quanto às orientações na área económica;

- Pelo respeito do princípio da negociação colectiva, como base de um futuro sustentável para a Empresa, que permita continuar a conjugar produtividade e competitividade no comum interesse de todas as partes.

Para ler o texto integral veja o documento.

 
Um País em recessão, mais pobre e com mais e maiores desigualdades sociais

 

Inicia-se esta semana uma nova avaliação do programa da troika, deslocando-se uma missão ao nosso país. Esta visita ocorre pouco tempo decorrido depois de ter sido aprovado o mais duro programa de austeridade que o país já conheceu e que teve como resultado mais imediato e mais dramático uma verdadeira explosão do desemprego. Ocorre igualmente num quadro de intensificação brutal da crise da dívida, com desenvolvimentos na Grécia e em Espanha, com consequências que se podem tornar imprevisíveis para o país e para o próprio futuro da União Europeia. Importa fazer uma análise sobre o balanço de um ano decorrido sobre um programa apresentado como de "ajustamento", sobre as suas implicações e sobre as medidas que a CGTP-IN considera serem de emergência para evitar uma maior deterioração da situação que vivemos.

 

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1 ano de troika e Governo PSD/CDS

 

No 1º ano de “troika” e de governo PSD/CDS verificou-se que Portugal, um pais de baixos salários, está-se a transformar num país de salários ainda mais baixos, pois o peso percentual dos trabalhadores com salários baixos e muito baixos está a aumentar , e a percentagem com salários mais elevados está a diminuir. Segundo o INE, entre 2011 e 2012, a percentagem de trabalhadores a receber salários líquidos inferiores a 310€ por mês aumentou de 3,7% para 4%; entre 310€ e 600 € subiu de 31,1% para 31,5%, e entre 600 € e 900 € passou de 26,8% para 27,9% (o total destes três escalões cresceu, entre 2011 e 2012, de 61,6% para 63,5%).

Inversamente, no mesmo período, verificou-se uma redução importante na percentagem de trabalhadores com salários líquidos mais elevados. Segundo também o INE, a percentagem de trabalhadores com salários líquidos entre 2500€ e 3000€ diminuiu em 19,8%, e a de trabalhadores com salários líquidos superiores a 3000€ sofreu uma redução de 19%.

 

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