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Defender Portugal não é usar um “pin” na lapela do casaco! |
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Privatizar a TAP também não!
Desde o anúncio, feito pelo Governo, da privatização da TAP até hoje não é conhecido nenhum diploma que esclareça o anunciado e apenas pela comunicação social se vai tendo alguma informação do que é dito pelo Ministro da Economia e do Emprego, agora investido com novas funções de “caixeiro-viajante”, que pelo mundo fora anda a vender o património que é do País. De recordar que a sua nomeação para Ministro da Economia se entendia como dever de gerir e desenvolver os recursos nacionais e não provocar a sua destruição. É revelador da má fé desta governação que, até hoje, com o SITAVA, não tenha havido qualquer audição ou informação sobre a matéria.
A TAP e a ANA não são do Governo, a TAP e a ANA são do país!
Já o afirmámos anteriormente: a TAP é a maior exportadora portuguesa, traz grandes benefícios para o País e desde há 15 anos que não recebe um cêntimo do Orçamento do Estado.
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Marcha Contra o Desemprego |
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O desemprego é um flagelo que afecta uma grande parte das famílias. Mais do que constatar é preciso agir. Identificando os problemas, apresentado soluções, mobilizando os desempregados.
Neste sentido a CGTP-IN vai promover uma Marcha contra o desemprego entre os dias 5 e 13 de Outubro. Esta iniciativa de âmbito nacional terá o seu início em Braga e terminará em Lisboa.
É uma acção que envolverá os desempregados, os jovens à procura do primeiro emprego, os trabalhadores que perderam os postos de trabalho devido ao encerramento das empresas e que continuam à anos a aguardar o pagamento dos créditos que lhes são devidos (salários em atraso e indemnizações); os que se encontram com salários em atraso e sujeitos ao lay-off; os das empresas em perigo de encerramento.
Para ler o texto integral veja o documento.
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A política do Governo empurra os trabalhadores para o desemprego |
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A taxa de desemprego atingiu os 15,4% em Junho, o que faz subir o número de desempregados para 844 mil, segundo os critérios oficiais, e para mais de um milhão e duzentos mil se se incluírem os inactivos disponíveis e o subemprego visível. Um em cada três jovens está desempregado.
O desemprego não só subiu quase três pontos percentuais face ao ano passado, como continua a aumentar em 2012, levando a que o nosso país seja o terceiro com mais desemprego na União Europeia.
Para ler o texto integral veja o documento.
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Portway - Razões para a Greve |
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Os associados do SITAVA desde longa data (2011) vêm alertando e pressionando a Direcção do seu sindicato no sentido de não tolerarem mais o comportamento do Governo/Accionista ANA/CA Portway na postura do não cumprimento da decisão arbitral sobre o processo negocial de 2010 (repete-se 2010), tanto mais que resultou de tomada de posição VOLUNTÁRIA, o que desde logo pressupunha a aceitação da decisão, qualquer que fosse o resultado.
Para surpresa, após o resultado favorável aos Trabalhadores, veio o Governo/Accionista ANA/CA Portway recorrer da decisão, o que no mínimo refutamos de falta de ética; com argumentos de pouca consistência, veio-se argumentar com o OE 2011, saído após decisão arbitral e é perfeitamente aceite pelo “senso comum” não poder haver decisões retroactivas nesta matéria.
Para ler o texto integral veja o comunicado.
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Aviso Prévio de Greve - NAV |
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O SITAVA apresenta o seguinte aviso prévio de greve:
- Na sequência de um já longo processo em que através de múltiplas iniciativas procurámos sensibilizar os diversos órgãos do Poder Político para as graves consequências que a aplicação cega das medidas preconizadas nos Orçamentos do Estado de 2011 e agora 2012 representam para a NAV Portugal, E.P.E. já que não consideraram a especificidade da sua área de negócio;
- Face à continuada ausência de respostas sobre a estratégia definida para a NAV Portugal, E.P.E. no contexto do seu enquadramento no Céu Único Europeu, bem como a concretização prática das acções tendentes à sua concretização particularmente quanto às orientações na área económica;
- Pelo respeito do princípio da negociação colectiva, como base de um futuro sustentável para a Empresa, que permita continuar a conjugar produtividade e competitividade no comum interesse de todas as partes.
Para ler o texto integral veja o documento.
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