“ (...) a associação sindical constituída pelos trabalhadores nele filiados, que exercem a sua actividade profissional exclusivamente correlacionada com o sector da aviação civil,
aeródromos, aeroportos e navegação aérea”. “ (...) exerce a sua actividade em todo o território nacional”.
dos Estatutos do SITAVA

SITAVA

Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos

 

1 2 345678

image

image

image

image

image

image

image

image

<< >> Play > Stop

Não ao Retrocesso Social

Boletim Igualdade

Indústria em Portugal

O Tratado Orçamental Europeu Afronta os Interesses Nacionais

 

1. A CGTP-IN considera que uma aprovação do Tratado Orçamental seria lesiva dos interesses dos trabalhadores e do interesse nacional, sobretudo pelas suas consequências em perdas de soberania, de ameaças às Funções Sociais do Estado e de constrangimentos ao desenvolvimento e ao crescimento económico. A sua eventual aprovação (em que Portugal seria o primeiro país europeu a proceder à sua ratificação), sem debate público, conduziria Portugal a uma situação equivalente à de país ocupado.

Continuar... O Tratado Orçamental Europeu Afronta os Interesses Nacionais
 
Custos do Trabalho e Produtividade em Portugal

 

Uma das afirmações mais repetidas em Portugal, nomeadamente pelo governo e pela “troika estrangeira”, assim como pelos patrões e pelos defensores do pensamento económico neoliberal dominante nos media é a baixa produtividade do trabalho em Portugal. E para isso comparam a produtividade portuguesa com a de outros países da U.E. No entanto, nunca comparam os salários dos portugueses com os dos outros países da U.E. E a partir daquela afirmação, que se transformou num lugar comum dos ultraliberais (as causas nunca são profunda e honestamente analisadas) insinua-se ou afirma-se mesmo que a culpa é dos trabalhadores e que estes recebem salários que não correspondem à produtividade que têm. E com base nisso aparece a estranha teoria que, para aumentar a produtividade e a competitividade, das empresas, é necessário baixar os salários em Portugal entre 15% e 20%. E é esse um objectivo das medidas que a “troika estrangeira” e o governo PSD/CDS estão a impor aos trabalhadores portugueses através do congelamento e mesmo corte de salários, por meio da destruição do emprego e consequente disparar do desemprego que depois é utilizado para pressionar os trabalhadores a aceitarem salários cada vez mais baixos, por meio das alterações na lei do subsidio de desemprego (redução do valor e da duração) para obrigar os desempregados a aceitarem salários inferiores aos que recebiam antes de serem despedidos, por meio do aumento do trabalho gratuito (redução das férias e dos feriados) etc.. Actualmente, já mais de 10,5% dos trabalhadores portugueses, ou seja, 500.000 recebem apenas o salário mínimo nacional, e este número está a crescer de uma forma rápida (entre Out.2007 e Out2010 aumentou em 75%). E se retirarmos ao salário mínimo o desconto para a Segurança Social (11%) restam 431,65€ um valor próximo do limiar da pobreza.

Esta estranha teoria de que se impuser salários ainda mais baixos em Portugal a produtividade e a competitividade aumentarão não tem correspondência real. E isto porque os custos do trabalho em Portugal já são significativamente inferiores aos médios da União Europeia e esse facto nunca resolveu o problema da baixa competitividade das empresas portuguesas. O quadro 1, construído com dados recentemente divulgados pelo Eurostat, mostra que os custos do trabalho em Portugal já são bastante inferiores aos da União Europeia.


Continuar... Custos do Trabalho e Produtividade em Portugal
 
O SITAVA saúda os Trabalhadores

 

O SITAVA saúda todos os Trabalhadores que participaram na Greve Geral do dia 22 de Março, como afirmação de descontentamento e protesto e de exigência de mudança de política, assente no esforço colectivo e em múltiplos exemplos de iniciativa e coragem individuais.

Temos consciência do sacrifício dos trabalhadores que abdicam de um dia do seu salário para mostrar o seu descontentamento contra a conjuntura política nacional, mas sabemos que, com este voto de protesto, a sociedade portuguesa sairá fortalecida e mais unida na rejeição às medidas impostas por este Governo de sujeição à Troika, que tanto nos tem maltratado.

Ter feito greve neste dia representa, antes de mais, um aviso à governação, mostrando que Portugal está descontente com a austeridade desmesurada,

Continuar... O SITAVA saúda os Trabalhadores
 
A Greve é Geral e Todos Podem Aderir

 

Por que estamos a lutar:

 

- Contra o esbulho dos salários e o empobrecimento;

- Pela defesa dos Acordos de Empresa e dos Contratos Colectivos;

- Contra os cortes salariais e redução do pagamento das prestações do trabalho;

- Contra a redução do pagamento do trabalho suplementar;

- Contra o aumento dos dias de trabalho de borla, através da retirada de 4 feriados 3 dias de férias;

- Contra o aumento das horas de trabalho diárias e semanais, pagas a singelo (até 150/ano);

- Pela defesa dos postos de trabalho com direitos e contra a precariedade no trabalho;

- Contra as privatizações e defesa do serviço público.

- Em defesa das funções sociais do Estado na saúde, na educação, na segurança social, etc.

 

CUMPRIR O AE, PAGAR OS SALÁRIOS E OS SUBSÍDIOS É QUE DEVERIA SER A REGRA!

 

Não queremos ser EXCEÇÃO, queremos que cumpram as REGRAS!

 

Continuar... A Greve é Geral e Todos Podem Aderir
 
Greve Geral 22 de Março

 

Os Portugueses acorreram em grande número à Manifestação Nacional do passado dia 11 de Fevereiro, um protesto que juntou centenas de milhar de pessoas que, em conjunto, mostraram que o país não está adormecido e que se encontra insatisfeito com a submissão indiscriminada às directrizes da Troika e com as políticas que nos vêm destruindo a economia, o nível de vida e a esperança no futuro.

Em poucos meses, o Governo PSD/CDS, agora com a máscara da Concertação Social, apostou no aumento do custo de vida, no aumento da carga fiscal, na degradação do poder de compra, nos esbulhos salariais nos sectores da Administração Pública e Empresarial do Estado e na facilitação do despedimento. O que resultou desse esforço hercúleo pedido aos cidadãos? Uma contracção do PIB em 3,3%; a maior taxa de desemprego de sempre, acima dos 14%; uma queda na notação (o que haverá abaixo de “lixo”?) por parte da Agência de notação Moody’s; novos recordes da dívida pública portuguesa a dez e a cinco anos; uma queda da actividade económica de 3,4% no último Natal, em comparação com o anterior. Diz a OCDE que, dos três países que se encontram em processo de resgate, apenas em Portugal a actividade económica deverá continuar a cair nos próximos meses. Insiste-se num aumento de impostos associado a políticas de austeridade, que apenas provocam menos consumo, menos receitas, mais desemprego e mais despesas sociais.

Continuar... Greve Geral 22 de Março
 
<< Início < Anterior 61 62 63 64 65 66 67 68 69 Seguinte > Final >>

Página 67 de 69

Instante Sindical

Novos Seguros

Segurança e Saúde no Trabalho

Sítio dos Direitos

Guia de Direitos