“ (...) a associação sindical constituída pelos trabalhadores nele filiados, que exercem a sua actividade profissional exclusivamente correlacionada com o sector da aviação civil,
aeródromos, aeroportos e navegação aérea”. “ (...) exerce a sua actividade em todo o território nacional”.
dos Estatutos do SITAVA

SITAVA

Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos

 

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Não ao Retrocesso Social

Boletim Igualdade

Indústria em Portugal

O Governo concretizou a ameaça ao Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social

No Comunicado de Imprensa nº 034/ 13 de 24 de Maio, a CGTP-IN alertava para os perigos de descapitalização do (FEFSS), caso o Governo concretizasse uma operação cujo objectivo era facilitar a utilização dos respectivos activos para fins diferentes dos estabelecidos na Lei de Bases da Segurança Social.

A CGTP-IN considera que a não diversificação da carteira de investimentos expõe o Fundo a cenários que poderão originar consequências perversas, designadamente a irreversível degradação de parte substantiva do seu valor.

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IV Torneio de FUTSAL do SITAVA

O SITAVA volta a realizar o seu Torneio de FUTSAL que terá lugar no Complexo Desportivo do Clube TAP, nos dias 14 e 15 de Setembro de 2013.

A partir da distribuição deste comunicado estão abertas as inscrições para o Torneio, podendo cada Equipa inscrever entre o mínimo de 5 jogadores e um máximo de 16.

Todos os jogadores têm de desempenhar a sua actividade profissional em empresas do “Sector da Aviação Civil, Aeródromos, Aeroportos e Navegação Aérea” (art.o 1o dos Estatutos do SITAVA) e, do total de jogadores de cada Equipa, 50% deles têm de ser associados do SITAVA. A inscrição de cada jogador terá um custo simbólico de 2.50 €.

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SPdH - Perante ameaças e chantagens só há um caminho: A LUTA!

Na sequência da posição da Empresa, assumida ontem publicamente através da CS039DRH2013, e tendo em atenção as consequências anunciadas para os trabalhadores que adiram à greve às trocas de horário, nomeadamente a não aceitação da prestação de trabalho do trabalhador em greve às trocas e consequente perda da retribuição correspondente, cumpre-nos dizer o seguinte :

- a questão levantada gera controvérsia entre os vários juristas consultados, pelo que, perante o anúncio da Empresa das suas intenções, e não pretendendo o SITAVA colocar os trabalhadores na posição de mártires (situação que nunca permitiremos), decidimos suspender a greve às trocas de horário, nomeadamente as trocas previstas na cláusula 27a, ponto 4, do AE em vigor e proceder à clarificação jurídica da questão junto das entidades competentes.

- a greve ao trabalho suplementar mantém-se, tal como a greve aos feriados, a iniciar em 15/07/2013, tal como anunciado.

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1973, 1993 e 2013, a mesma luta

 

Em 12 de Julho completam-se 40 anos sobre as grandiosas lutas desenvolvidas na TAP, em que os trabalhadores defrontaram, corajosamente, a brutal repressão fascista expressa designadamente pela invasão das instalações no aeroporto de Lisboa pela polícia de choque.

Os acontecimentos da época marcaram, profundamente, as relações laborais na TAP, mas também as lutas dos trabalhadores portugueses em geral, que viviam momentos de grande firmeza, determinantes para que o 25 de Abril eclodisse no ano seguinte.

Então, como hoje, para além da conquista da liberdade, os objectivos principais eram a defesa e conquista de direitos, a melhoria das leis do trabalho, o direito à contratação colectiva e a livre negociação colectiva entre os trabalhadores e o patronato.

 

 
SPdH - Os Trabalhadores Decidiram!

No dia 28 de Junho realizou-se nova reunião com a Empresa, onde nos foram apresentados os “novos” horários para os OAE ́s da Assistência e dos Terminais de Bagagem. “Novos” só mesmo no nome porque na sua essência mantêm tudo aquilo que tanto tem penalizado os trabalhadores que os praticam (em maior ou menor quantidade). Chegamos ao ridículo em que um dos horários apresentados tem, em 182 dias de trabalho 1 (um) dia com carga horária de 10 horas! Qual a necessidade? A quem servem estes horários? Aos trabalhadores? Não! À operação? Também não! Então porque insistem?

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