“ (...) a associação sindical constituída pelos trabalhadores nele filiados, que exercem a sua actividade profissional exclusivamente correlacionada com o sector da aviação civil,
aeródromos, aeroportos e navegação aérea”. “ (...) exerce a sua actividade em todo o território nacional”.
dos Estatutos do SITAVA

SITAVA

Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos

 

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Não ao Retrocesso Social

Boletim Igualdade

Indústria em Portugal

Governo Lesa Gravemente a Segurança Social

 

A CGTP-IN, em circular emitida hoje, considera profundamente lesiva para a segurança social a utilização da transferência dos fundos de pensões da banca para fins diferentes do pagamento das pensões. Segundo informações publicadas na comunicação social, terá sido acordado entre o Governo e a troika a utilização de um total de 4,5 milhões de euros dos fundos de pensões dos bancários para a compra pelo Estado de créditos da banca a empresas do Sector Empresarial do Estado e a autarquias (3 milhões) e para pagar dívidas dos hospitais (1,5 milhões). Admite-se ainda que a verba restante (1,5 milhões) seja também canalizada para os bancos, para a sua recapitalização ou para aumentar o capital da Caixa Geral de Depósitos. A ser assim, todo o valor dos activos dos fundos de pensões ou regressa à banca (em 75% do valor total) ou serve para pagar dívidas do Estado – e não para suportar as responsabilidades assumidas pela segurança social pagando as pensões a 27 mil trabalhadores. Esta situação é perfeitamente escandalosa.

 

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Não ao Retrocesso Social!

 

O “acordo” celebrado pelas confederações patronais com a UGT constitui o maior atentado aos direitos dos trabalhadores e um retrocesso social sem precedentes nas relações de trabalho em Portugal. É óptimo para o grande patronato e inaceitável para os trabalhadores e as suas famílias porque acentua a exploração, as desigualdades e o empobrecimento.

É um compromisso que coloca o Estado e o dinheiro dos nossos impostos ao serviço dos grandes grupos económicos e financeiros e fragiliza a segurança social, ao forçá-la a financiar as empresas para baixar salários, generalizar a precariedade e, de seguida, enviar os trabalhadores para o desemprego.

Este é o “acordo” da capitulação que subverte o princípio constitucional de proibição de despedimento sem justa causa, abrindo a porta de par em par aos despedimentos por inadaptação, decorrentes da “quebra de produtividade ou de qualidade”, sempre associada a objectivos definidos e impostos pelo patronato aos trabalhadores. CGTP

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Intenção de Despedimento Colectivo na Academia de Évora

 
Trabalho Gratuito

 

O Conselho de Ministros anunciou a intenção de proceder ao aumento do horário de trabalho para as 42,5 horas semanais com a criação simultânea de uma bolsa de 10 horas mensais, com a qual pretendem obrigar os trabalhadores a trabalhar, gratuitamente, um sábado por mês. Esta é uma declaração de guerra aos trabalhadores que não ficará sem resposta. A nossa central sindical - CGTP-IN, afirmou ir desenvolver todas as acções de luta necessárias, desde logo a partir dos locais de trabalho, contra o aumento do horário de trabalho e o trabalho gratuito. Em baixo pode-se verificar que nos países com melhor situação económica os trabalhadores trabalham menos horas.

Horas semanais trabalhadas 2010

Para o nosso sector mais um factor de desestabilização a surgir, ao qual teremos de dar a resposta adequada.

 

 
Unidos na Greve Geral

 

O SITAVA saúda os trabalhadores que dia 24 de Novembro fizeram da Greve Geral a maior de sempre dos sectores público e privado. Foi uma greve necessária, responsável e que demonstrou o sentido de solidariedade dos trabalhadores que sentiram que só juntos conseguiriam mostrar, aos governantes e ao País, que este não é o rumo que queremos seguir: um caminho de recessão económica que mais não vai fazer do que atrasar ainda mais Portugal na sua recuperação e um retrocesso social que deita por terra as mais árduas conquistas de Abril.

Aproveitamos, ainda, para repudiar a acção do Governo de coligação PSD/CDS na divulgação dos números de adesão à greve, números muito díspares dos que realmente se verificaram (como foi possível verificar no enorme decréscimo de circulação de veículos nas grandes cidades no dia de ontem) num claro desrespeito pelo sacrifício de todos os trabalhadores que deixaram de receber o seu salário para participar neste protesto. Saudamos, em particular, a adesão à Greve no sector da aviação, com a paralisação dos aeroportos, centenas de voos cancelados durante todo o dia, com excepção dos serviços previamente acordados (e respeitados pelos trabalhadores).

 

 
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