“ (...) a associação sindical constituída pelos trabalhadores nele filiados, que exercem a sua actividade profissional exclusivamente correlacionada com o sector da aviação civil,
aeródromos, aeroportos e navegação aérea”. “ (...) exerce a sua actividade em todo o território nacional”.
dos Estatutos do SITAVA

SITAVA

Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos

 

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Não ao Retrocesso Social

Boletim Igualdade

Indústria em Portugal

SPdH - Eleições SST — 29 junho

De acordo com a cláusula 58a do A.E. compete à empresa, às direcções de qualidade e recursos humanos em particular, assegurar a coordenação da Comissão de Segurança e Saúde no Trabalho (CSST). No entanto, estas direcções têm-se limitado a operações de cosmética para as quais não se dignam sequer a informar ou a convidar os representantes dos trabalhadores, membros de direito dessa mesma comissão.

Quanto ao funcionamento dessa comissão, a ilegalidade é a palavra que melhor o pode descrever. Após mais de 3 anos sem reunir, celebrou-se uma reunião a 27 de Novembro de 2014 com a presença de representantes dos trabalhadores, do Director da Qualidade e do Director de Recursos Humanos que apresentaram nessa data um plano ambicioso para a direcção da CSST: reuniões periódicas, visitas às escalas, colaborações, formações, intervenções e tudo o mais que se lembraram.

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Handling - Ponto 4 do Acordo “SITAVA — Governo" concretizado

Conforme amplamente denunciámos ao longo dos últimos anos, uma das razões para que as condições dos trabalhadores se tenham degradado acentuadamente nos últimos anos, prende-se com uma interpretação sui-generis da ANAC da alínea g), n.o 1, artigo 6o do Dec. Lei n.o 275/99, bem como da alínea d), n.o 2, do mesmo artigo e diploma.

As referidas alíneas determinam, seja para assistência a terceiros, ou auto-assistência, que um dos requisitos cumulativos para a obtenção de licença é: “Aplicar os instrumentos de regulamentação colectiva de trabalho que regulam, exclusiva ou conjuntamente com outras actividades, qualquer das actividades de assistência em escala em causa, na área geográfica em que se desenvolvem;”

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APA - Greve Parcial de 13 a 17 de abril!

Estão todos convocados para, de 13 a 17 de abril, nas primeiras 2 horas do horário diário de cada trabalhador, fazer GREVE!

A falta de respeito por parte da Associação de Empresas de Segurança (AES) na mesa de negociação do CCT/APA, traduz-se, entre outras atitudes, na insistência em regimes de organização de tempos de trabalho desadequados, colocando em causa a própria segurança aeroportuária ao diminuir exponencialmente os níveis de concentração necessários para o exercício de importantes funções.

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SPdH - Estão à vista as consequências…

É público que o SITAVA não assinou o AE da Portway em Junho de 2016, ao contrário de 3 organizações (STHA, SINTAC e SINDAV). São públicas também as razões dessa não assinatura, não só pelo retrocesso de direitos dos trabalhadores da Portway, mas também porque esse AE colocaria no sector um nível de precariedade que se poderia generalizar a todos os trabalhadores, se nada fosse feito (conforme pode ser atestado nos inúmeros comunicados disponíveis no nosso site).

Pois bem, ainda não passaram 5 meses do início da aplicação desse AE da vergonha e já estão aí as primeiras consequências para a SPdH/Groundforce e os seus trabalhadores (neste caso da Madeira).

 
SPdH - ¿Por qué no te callas?

São recorrentes as atitudes abusivas e absurdas deste personagem, mais parecendo sair o mesmo de um filme de terror de 3a categoria. O inefável “chefão” da operação da TAP no HUB de Lisboa, não obstante gostar de vestir de “Rodolfo” no Natal, veste a pele de lobo no resto do ano, tendo como práticas habituais as ameaças e assédio ao pessoal da SPdH/Groundforce e os saneamentos a quem na TAP sabe (e muito) da operação, para além de instigar os trabalhadores da TAP a maltratarem os trabalhadores da SPdH/Groundforce.

Há muito que a personagem promove o estilo truculento entre passageiros e trabalhadores, sejam estes do serviço ao cliente da TAP ou do handling da SPdH/Groundforce. Muitos de nós já tivemos a oportunidade de ver a forma desbragada como ele dirige as operações, não se coibindo de o fazer inclusivamente diante dos passageiros ao arrepio das mais elementares regras do bom serviço ao cliente.

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