“ (...) a associação sindical constituída pelos trabalhadores nele filiados, que exercem a sua actividade profissional exclusivamente correlacionada com o sector da aviação civil,
aeródromos, aeroportos e navegação aérea”. “ (...) exerce a sua actividade em todo o território nacional”.
dos Estatutos do SITAVA

SITAVA

Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos

 

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SPdH - Um ano depois, concretização à vista!

A 30 de Junho de 2016, há precisamente um ano, o SITAVA assinou um Acordo com o Governo, importantíssimo para os trabalhadores do handling em geral e em particular para os da SPdH/Groundforce, por via da garantia da viabilização da empresa.

A viabilidade da SPdH/Groundforce que, como todos sabemos, depende de duas condições essenciais:

- atribuição das licenças para as categorias 3, 4 e 5

- renovação do contrato de handling com a TAP

Ambas as condições fizeram parte do acordo que assinámos com o Governo, mas vicissitudes diversas, na sua maioria imputáveis à ANAC, impediram que se concretizassem os pontos 1 (licenças, anulação do terceiro operador) e 3 (renovação do contrato com a TAP).

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Eleição de Delegados Sindicais

Em cumprimento das obrigações estatutárias e também do compromisso assumido no Programa Eleitoral recentemente sufragado, vai a Direcção do SITAVA proceder à eleição/reeleição de Delegados Sindicais em todo o universo do Sindicato.

A candidatura a Delegado Sindical (DS) é pessoal, e todos os associados que reúnam as condições estatutárias podem apresentar a sua candidatura, sendo os mandatos de 4 anos.

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APA - Com coragem e determinação, a luta dos APAs esteve na ordem do dia!

Mais uma greve, mais uma Luta em que as condições dos APA ́s estiveram na ordem do dia. Concretamente a falta de condições constantes do Despacho do INAC 16303/2003, concretamente o ponto 7 do mesmo, que serviu para a atribuição das licenças para estas empresas operarem nesta área, mas que nunca foi cumprido, designadamente no que diz respeito a: estabilidade de emprego, realização profissional, perspectivas de carreira e reconhecimento do bom desempenho do APA entre outras.

São estes os princípios que dão dignidade à Segurança Aeroportuária e que estes trabalhadores tanto merecem. Por isso, a Luta, nas suas mais variadas formas, será sempre o caminho!

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APA - Greve, 24 e 25 de Junho!

Porque continua a falta de respeito por parte das Empresas e da AES, na mesa de negociação do CCT/APA com o SITAVA, insistindo em regimes inadequados de organização de tempos de trabalho e não reconhecendo o direito destes trabalhadores a uma carreira.

Porque continuam as várias violações ao CCT, denunciadas pelo SITAVA, das quais salientamos:

A jornada de trabalho, tratando-se de um “banco de horas”, onde até os feriados estão incluídos; o não pagamento do trabalho extraordinário a 50% e 75%, consoante o CCT; o não pagamento correcto do trabalho em dia de feriado; a não aferição correcta e antecipada, do regime de adaptabilidade;

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Portway - Alteração de procedimentos - Acidentes de Trabalho

Relativamente à recente NI DRH 13/2017 da Portway (“Procedimentos de Acidentes de Trabalho - alterações”), a empresa mostrou-se preocupada com o facto de ser, no contexto do Grupo Vinci Airports, a que regista os piores resultados em matéria de Acidentes de Trabalho. Este facto colocará a administração numa posição desconfortável perante o grupo, o que a levou a tomar medidas no sentido de melhorar os resultados estatísticos. Subir no “ranking”, não importa como nem com que consequências, é esse o objectivo!

A forma que a empresa parece ter encontrado foi a de impor que, em caso de acidente, os trabalhadores acidentados sejam remetidos, obrigatoriamente, para os hospitais públicos (que chama de hospitais civis). A intenção será a de forçar uma triagem que permita eliminar alguns casos menos graves não os participando à seguradora, reduzindo, por este processo, o número de acidentes. Ao mesmo tempo, o prolongado tempo de espera previsto nos hospitais públicos para doentes “pouco urgentes” e a elevada burocracia associada a este novo “procedimento” constitui também uma tentativa insólita de desmotivação para a protecção da saúde de cada trabalhador.

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