“ (...) a associação sindical constituída pelos trabalhadores nele filiados, que exercem a sua actividade profissional exclusivamente correlacionada com o sector da aviação civil,
aeródromos, aeroportos e navegação aérea”. “ (...) exerce a sua actividade em todo o território nacional”.
dos Estatutos do SITAVA

SITAVA

Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos

 

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Indústria em Portugal

Solidariedade com a Luta dos Tripulantes de Cabine da Ryanair

O SITAVA vem demonstrar a sua total solidariedade para com os trabalhadores da Ryanair, neste caso os tripulantes de cabine, organizados pelo SNPVAC, e congratula-se pelo sucesso da sua luta.

A aplicação de contratação colectiva na Ryanair é uma luta que o SITAVA conhece bem, pois também a tem desenvolvido nos últimos anos relativamente aos trabalhadores do handling, tendo chegado recentemente na DGERT a um acordo que levou à aplicação de contratação colectiva pela empresa, o que acontece pela primeira vez no nosso país.

A determinação e coragem demonstradas pelos tripulantes de cabine da Ryanair deve-nos servir de exemplo numa luta que é comum a todos os trabalhadores.

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TAP — Ainda a atualização salarial 2017

Foi já há mais de dois meses que se realizou a última reunião de negociações com a TAP, com vista a uma atualização minimamente justa dos salários e outras cláusulas de expressão pecuniária para o passado ano de 2017. Sim, não é erro – lamentavelmente, estamos ainda a falar da atualização salarial de 2017.

Não podemos, nesta altura, deixar de considerar no mínimo pouco respeitosa, a forma como a empresa trata os seus trabalhadores. Impor o arrastamento destes processos por longos meses, sem o mínimo respeito pelos compromissos assumidos, configura claramente uma enorme falta de respeito por aqueles que, apesar de todas as desconsiderações, continuam a garantir os prémios que a empresa tem recebido quase em catadupa.

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SPdH — Ponto da situação

PRÉMIO DE DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS:

No nosso último comunicado, demos conta da proposta da empresa, relativamente ao Prémio de Distribuição de Lucros, que passava por excecionalmente, este ano, a componente da avaliação de desempenho fosse distribuída pelas outras componentes, não discriminando o valor a receber em função da avaliação. Por proposta da empresa tal solução só avançaria se todos os sindicatos estivessem de acordo.

Da parte do SITAVA, aceitámos a proposta por ser uma solução mais equitativa e, simultaneamente, mais rápida. Após a comunicação do Presidente Executivo, fica claro que, mais uma vez os trabalhadores vão sair prejudicados porque alguns pensam mais nas suas agendas pessoais, recusando o que seria muito mais vantajoso para todos (e mais ainda tendo presente a proposta formulada por esses mesmos, em que 746 trabalhadores seriam duplamente penalizados).

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Reunião com o CA das Lojas Francas de Portugal

O SITAVA reuniu com a Empresa no passado dia 9 (sexta-feira), tendo manifestado, de viva voz, o desagrado dos trabalhadores por tão limitada correção salarial.

Escudando-se na mudança de acionistas, a empresa não quer assumir a responsabilidade pelos constrangimentos do passado que, como todos sabemos, provocou uma compressão salarial que não se resolverá com atualizações deste nível.

A Empresa informou estar em estudo uma forma de remuneração variável através de um plano de incentivos em função das vendas, a iniciar no dia 1 de abril. Não estando nós em desacordo, reafirmamos que a parte da remuneração fixa terá de ser o garante da valorização do trabalho e a principal forma de compensar a penosidade, por vezes, imposta por horários noturnos completamente desregrados.

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Segurança Aeroportuária — Ponto da Situação

Na sequência do processo negocial, o SITAVA propôs à AES (Associação de Empresas de Segurança), que a negociação passasse à fase de Arbitragem Voluntária.

No entanto, a AES respondeu, no passado dia 4, negativamente a essa proposta, alegando que, apesar de reconhecer a especificidade dos trabalhadores aeroportuários, não tem condições para ir mais longe do que aquilo que assinaram com outros “sindicatos”, uma vez que os contratos com a cliente ANA assim não permitem.

Vêm outra vez anunciar, sem nunca o demonstrar, que a proposta da Mediação, apresentada pela DGERT e que nós aceitámos, num enorme esforço negocial da nossa parte, importaria um “agravamento de custos superior a 45%”, relativamente ao que têm hoje, designadamente através do aumento pecuniário nas seguintes cláusulas: Carreiras, 18,3%; subsidio de turno 8,3%; feriados, 2,9%; definição de trabalho noturno, 2,2%; Trabalho suplementar, 1,9%; vencimento e subsidio de alimentação, 3,8%.

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