“ (...) a associação sindical constituída pelos trabalhadores nele filiados, que exercem a sua actividade profissional exclusivamente correlacionada com o sector da aviação civil,
aeródromos, aeroportos e navegação aérea”. “ (...) exerce a sua actividade em todo o território nacional”.
dos Estatutos do SITAVA

SITAVA

Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos

 

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A Portway persiste na afronta à liberdade sindical e à contratação colectiva!

Foram os trabalhadores associados do SITAVA surpreendidos com um “comunicado” da Portway que visa, mais uma vez, pressionar os trabalhadores a aderirem ao AE.

Temos escrito várias vezes, desde Outubro de 2016, que a Portway persiste na afronta à lei e aos trabalhadores, discriminando-os em função da sua filiação sindical e mantendo-se à margem do Dec. Lei n.o 275/99, no que diz respeito ao cumprimento de contratação colectiva (requisito obrigatório para obter ou manter as licenças).

Com este comunicado, ao qual junta uma tabela “coxa”, deturpada e enviesada que mais não visa do que continuar a iludir e amedrontar os trabalhadores. A estratégia nos últimos tempos é conhecida, primeiro avançam os boatos através daqueles que sob o manto de sindicalistas, mais não fazem do que serem a voz do dono. Depois, concertadamente, passados uns dias, vem a posição oficial da empresa no sentido que os “porta-vozes” convenientemente haviam já anunciado...

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Num momento de regulação do sector a Portway segue o caminho inverso!

No passado dia 19 de Dezembro, informámos a Portway da publicação, a 24 de Novembro, da Portaria de Extensão do CCT SITAVA – AESH (361/2017), que é aplicável a todas as empresas que não têm contratação colectiva própria com o SITAVA (entre as quais se inclui a Portway).

No dia 28 do mesmo mês de Dezembro, recebemos a resposta da empresa, datada de 26 de Dezembro, onde era referido que estimavam que a implementação das disposições do CCT sucedesse “na sua total plenitude durante o mês de Fevereiro”.

Nesse momento, fizemos boa fé na palavra da empresa e aguardámos.

Em Janeiro, num primeiro sinal negativo, tal como demos conta no nosso último comunicado, a Portway em conjunto com os seus “amigos” signatários do AE, pediu a Portaria de Extensão do AE, tendo a referida Portaria excepcionado os nossos associados (que assim ficaram protegidos da total desregulação horária, cortes, congelamentos e outras arbitrariedades).

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Solidariedade com a Luta dos Tripulantes de Cabine da Ryanair

O SITAVA vem demonstrar a sua total solidariedade para com os trabalhadores da Ryanair, neste caso os tripulantes de cabine, organizados pelo SNPVAC, e congratula-se pelo sucesso da sua luta.

A aplicação de contratação colectiva na Ryanair é uma luta que o SITAVA conhece bem, pois também a tem desenvolvido nos últimos anos relativamente aos trabalhadores do handling, tendo chegado recentemente na DGERT a um acordo que levou à aplicação de contratação colectiva pela empresa, o que acontece pela primeira vez no nosso país.

A determinação e coragem demonstradas pelos tripulantes de cabine da Ryanair deve-nos servir de exemplo numa luta que é comum a todos os trabalhadores.

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TAP — Ainda a atualização salarial 2017

Foi já há mais de dois meses que se realizou a última reunião de negociações com a TAP, com vista a uma atualização minimamente justa dos salários e outras cláusulas de expressão pecuniária para o passado ano de 2017. Sim, não é erro – lamentavelmente, estamos ainda a falar da atualização salarial de 2017.

Não podemos, nesta altura, deixar de considerar no mínimo pouco respeitosa, a forma como a empresa trata os seus trabalhadores. Impor o arrastamento destes processos por longos meses, sem o mínimo respeito pelos compromissos assumidos, configura claramente uma enorme falta de respeito por aqueles que, apesar de todas as desconsiderações, continuam a garantir os prémios que a empresa tem recebido quase em catadupa.

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SPdH — Ponto da situação

PRÉMIO DE DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS:

No nosso último comunicado, demos conta da proposta da empresa, relativamente ao Prémio de Distribuição de Lucros, que passava por excecionalmente, este ano, a componente da avaliação de desempenho fosse distribuída pelas outras componentes, não discriminando o valor a receber em função da avaliação. Por proposta da empresa tal solução só avançaria se todos os sindicatos estivessem de acordo.

Da parte do SITAVA, aceitámos a proposta por ser uma solução mais equitativa e, simultaneamente, mais rápida. Após a comunicação do Presidente Executivo, fica claro que, mais uma vez os trabalhadores vão sair prejudicados porque alguns pensam mais nas suas agendas pessoais, recusando o que seria muito mais vantajoso para todos (e mais ainda tendo presente a proposta formulada por esses mesmos, em que 746 trabalhadores seriam duplamente penalizados).

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