“ (...) a associação sindical constituída pelos trabalhadores nele filiados, que exercem a sua actividade profissional exclusivamente correlacionada com o sector da aviação civil,
aeródromos, aeroportos e navegação aérea”. “ (...) exerce a sua actividade em todo o território nacional”.
dos Estatutos do SITAVA

SITAVA

Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos

 

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SPdH - Trabalhadores decidiram em plenário desconvocar a greve

Na sequência dos compromissos assumidos pelo Governo ao SITAVA no que toca ao futuro da SPdH/Groundforce, designadamente:

- reiterando o cumprimento do acordo assinado a 30 de Junho

- a renovação do contrato com a TAP, logo que o Estado recupere os 50% de capital

- a garantia de que a SPdH Groundforce continuará a operar nos aeroportos nacionais, não permitindo que as licenças de handling (cuja atribuição se arrasta à anos desestabilizando a SPdH/Groundforce e o sector, num processo conduzido pela ANAC) sejam usadas como armas para continuar a desestabilização e aprofundar a liberalização e a precariedade no sector;

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APA - A luta está suspensa por agora

A Greve dos APAs para os dias 27, 28 e 29 de Dezembro foi cancelada.

O Governo, a AES e o SITAVA assumiram um compromisso de reunirem na primeira semana de Janeiro, onde o Governo através do Ministério do Trabalho e do Planeamento e Infraestruturas (transportes) será mediador da negociação entre a AES e o SITAVA.

Sendo as negociações mediadas pelo Governo estamos convictos que chegaremos a bom porto durante o mês de Janeiro no que se refere aos tempos de trabalho e salários situação muito importante para a conclusão do CCT.

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APA - Patrão escuta, os APAs continuam na luta!

- Mesmo depois da última tentativa do SITAVA para alcançar um acordo mínimo que pudesse evitar uma situação de greve, a AES (Associação de Empresas de Segurança), continuou a não aceitar a proposta dos trabalhadores no que diz respeito à melhoria dos horários de trabalho que lhes garanta ter vida familiar e social para além do trabalho;

- Mesmo depois dos trabalhadores terem reivindicado uma perspectiva de carreira profissional para a categoria de APA, que terminasse com o actual estado de coisas em que o salário fica “congelado” para toda a vida, não havendo qualquer evolução na carreira;

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TAP - Processo de Actualização Salarial para 2017

Como divulgámos em anterior comunicado (comunicado nº 12,) o processo de revisão salarial que decorreu ao longo de quase todo o ano de 2016 foi, na opinião do SITAVA, marcado por estranhos interesses que permitiram à TAP encerrar, precocemente, o processo negocial com resultados muito aquém das reais possibilidades e, sobretudo, muito distante daquilo que eram as expectativas dos trabalhadores, no que respeita a uma atualização justa dos salários congelados durante os últimos seis anos.

É, pois, partindo desta constatação, tendo também em conta a inflação verificada e a esperada para o próximo ano, além da exiguidade de todas prestações indexadas à cláusula 79a, que o SITAVA vem agora transmitir a todos os trabalhadores que foi entregue à TAP de uma proposta de atualização salarial para vigorar a partir do dia 1 de janeiro de 2017. A proposta agora entregue, teve, como não podia deixar de ser, a aprovação da rede de Delegados Sindicais do SITAVA e foi amplamente discutida com os trabalhadores.

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Às chantagens e ameaças da Portway/Vinci só pode haver uma resposta: Greve 29 e 30 dezembro!

Nestas últimas duas semanas a Vinci/Portway tem levado a cabo uma perseguição sem precedentes aos trabalhadores que legalmente se recusam a aceitar o AE da escravatura assinado entre a empresa e os seus lacaios. Mudaram ilegalmente horários e têm transmitido (sempre verbalmente, porque são cobardes para o assumirem por escrito), que os trabalhadores que resistem ao seu terrorismo social vão ser regidos pelo Código de Trabalho tendo de cumprir 40 horas de trabalho, um só dia de descanso semanal e que ficarão sem algumas componentes remuneratórias. Tudo isto como já foi dito pelo SITAVA nos inúmeros comunicados que publicámos, bem como confirmado por vários juristas e até pelo Ministério do Trabalho é ILEGAL!

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